Pessoas não pertencem a pessoas

É um grande erro achar que tem as coisas na sua mão. Dito isso, segue uma citação de Holly Golightly (uma das minhas personagens favoritas nesse mundo): “pessoas não pertencem a pessoas”.

A história é que existe um contrato em relacionamentos, uma espécie de validação que permite ou não que você faça certas coisas. Pelo menos sempre foi assim comigo, né.

Entre altos e baixos, eu quero te dizer pra se apegar na pessoa que você era antes de ser quem queriam que você fosse. Aquela história de não saber qual é o defeito que sustenta o teu edifício é real. Tenho pra mim que estar junto e fazer dar certo, trata-se de ceder em algumas coisas e não se adaptar pra agradar alguém, você não tem que ser mutável pra alguém gostar de você. Amor não é pra ser um campo de batalha, como alguns defendem, ninguém deveria perder em um relacionamento, mas sim acrescentar. De qualquer forma, se for pra fazer isso, faça de olhos abertos, com unhas e dentes.

Vamos supor que o seu relacionamento seja com uma pedra bruta de mármore. Não parece bom, né? Então você vai lapidando essa pedra até que em algum momento ela fique perfeita, do jeito que você sonhou ou algo perto disso.
Quando você percebe que conseguiu mudar alguém tanto assim, fica fácil descartar e seguir em frente. É como ganhar um jogo e como não deveria ser. Por exemplo, pegue uma pessoa insegura e que goste tanto de você a ponto de deixar que a transforme ela em alguém que só você gosta. O que acontece depois do fim é bem previsível, mas para facilitar eu digo: essa pessoa não tem mais a estrutura que costumava ter, acaba desabando. No big deal, na maioria das vezes passa.

Mas inconscientemente a gente se perde com isso, moldamos e permitimos que nos moldem. Eventualmente dá certo, no entanto aprender a lidar com os defeitos e imperfeições é tão importante quanto fazer os seus desejos valerem alguma coisa.

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Mas é tanto vai e volta…

Lá vem eu de novo.

Primeiramente eu gostaria de de dizer que a culpa não é toda minha (embora a maior parte seja mesmo). A vida anda difícil. Faz uns 2 ou 3 anos que eu comecei o blog e eu não prometo mais nada por motivos de: não quero, respeita. babiloniaSabe aquele tanto de listas do 20 e tantos anos do BuzzFeed? É tudo verdade, e eu estou apenas nos 20. Veja bem: fazer faculdade, academia, trabalhar, namorar e ter uma vida social é difícil. Eu só estou aqui porque acabei de entrar de férias.

Com tanta coisa na cabeça, era pra eu voltar sossegada, no entanto estou mais louca do que antes

¯\_(ツ)_/¯

Eis que a vida da pessoa passa por uma série de altos e baixos. Continuo ansiosa e paranoica, dei uma segurada nos calmantes e agora tento me dedicar a qualquer coisa que me deixe menos possessa com tudo. With a little help from my friens, of course.

O blog perdeu o domínio e eu to bem braba por isso, mas a culpa foi minha. Eventualmente eu vou consertar, mas não garanto que vai ser rápido. Mas para todos os efeitos, eu voltei.

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Beijos ❤

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Eu sofro de ansiedade. Não aquela ansiedade de espera. A ansiedade mesmo, doença. Coisa ruim, viu? Eu até tomo os remédios, mas parece que os sintomas se instalaram na minha cabeça e lá eles ficam. O pior é que ansiedade é pior que a cabeça vazia, o diabo construiu uma oficina ali e os pensamentos ficam cada vez mais irritantes e ruins. A vida segue e eu faço o que posso.
Ando bem quietinha, ganhei um gato. Ele é laranja e eu ainda nem escolhi um nome pro bichano. Meu pai chama ele de Sherlock, meu irmão de Flash e minha mãe de Bessy. Eu ainda to indecisa, então chamo ele de gato mesmo. Ele é muito fofinho. Segue a foto aqui ó (sem filtro por que ele é lindo): Eu tava jurando que um gato ia me ajudar, mas agora já não sei. Se bem que não faz nem uma semana que ele tá aqui. Ainda tô com o pé atrás. Independente disso eu amo o bichinho. Tão gracinha e tonto, fica correndo atrás de bolinha de papel *-*
Para terminar por hoje, segue uma música bacaninha.

Eu fico por aqui gente, beijo ❤

Inspiration Board

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Primeiramente boa tarde. Para começar bem a semana, vou começar a fazer um novo painel por aqui. Acho super digno começar a fazer isso numa segunda feira e fazer com frequência, porém quem acompanha o blog conhece a minha periodicidade um tanto doida.
Então bora lá. O que vai ter isso? Vai ter look, vai ter vídeo de música boa, uma foto bem bonita pra acompanhar e o que mais eu achar de interessante, afinal eu sou dona dessa budega.


Tava ali fuçando o lookbook e olha que coisa mais linda, minha gente. Look total black por que tô gótica e a moça tá linda. Geralmente sou contra saia de crochê, mas no contexto certo fica super joia. Além disso, aqui em São Paulo ta fazendo aquele dia cinza lindo, que super orna com as roupitcha preta.

Lykke Li já é tudo de bom e esse remix merece um destaquinho por motivos de som delícia, ouçam!

Para finalizar, vou colocar também um tutorial de make da Jessica Harlow pra ficar a cara da Kylie Jenner, já que eu não posso ver esse nome que meus olhos brilham. É muito estilo para uma pessoa só!

Beijo da gorda ❤

Keeping up with the Jenners

Oi xenty, tudo bem?

Pois então: tô aqui pra dizer que ‘Minha nossa, quando foi que as irmãs Jenner ficaram tão mais interessantes que as Kardashian?’. É, não tá fácil aceitar, mas Kendall está estourando como modelo mundo a fora e Kylie tá abafando com looks super diferentes, mas que estou amando e super usaria. Eu não assisto o reality, nem nada, mas é muito estilo pra uma família só, não consigo lidar.
Daí resolvi fazer um post com os modelitos das jovens, por que vocês tem que curtir comigo:
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Não falei? As Jenners estão muito, muito, muito interessantes. Enquanto a Kylie segue um estilo meio punk misturado com hip hop, louca do cabelo azul, a Kendall faz a linha top model com modelos clean que impressionam. Outra coisa legal, é que aparentemente elas dividem o guarda roupa, mesmo tendo estilos completamente distintos. Dá pra ver que no armário delas tem bastante camisetas de banda (inclusive a camiseta do tour Yeezus, do cunhado, Kanye West), botas de todos os estilos (abertas e fechadas, cano super alto ou baixinho, com ou sem salto, é muita opção minha gente!), destroyed jeans e roupitchas bem confortáveis, tipo leggings, camisas de flanela e sneakers.

Ah! Vale lembrar que todas as imagens foram pegas deste tumblr. Que inclusive, faz um apanhado mensal dos melhores looks das irmãs! Se curtiu e quer se inspirar é uma ótima pedida.

Eu fico por aqui, mil beijos ❤

Amor para pessimista


Hoje me parece bem engraçado e irônico, mas posso dizer estive dos dois lados de um coração partido. Óbvio que ambos são terrivelmente doloridos, mas agora eu entendo que um dos lados faz perder o sono e a sanidade.

Você viaja por aí e vê de tudo. Tem gente vendendo receita pra fazer amor dar certo, pra saber se relacionar com as pessoas, todo tipo de coisa. Honestamente, pelo menos para mim, não faz sentindo nenhum ficar caçando motivo para estar apaixonado. Por melhor que seja a sensação, é rotineiro e passageiro. Na melhor das hipóteses dura até a morte e fala sério, isso não é vantagem!

Amor, paixão, seja lá o que for: é dor, adorável, mas dor. Apesar de detestar A culpa é das estrelas, preciso citar que o negócio da dor é que ela precisa ser sentida. O amor também, por isso acho que faltam opções, resta aceitar que as pessoas mudam e no fim todo mundo sofre.


É estranho escrever um texto onde você não está convicta da sua própria opinião. Eu queria mentir e simplesmente dizer que é ficção, mas mudei de ideia umas quinze vezes até o fim do texto e talvez amanha eu seja uma pessoa apaixonada e feliz. Eu acredito em mudar de ideia e eu só tenho 19 anos, então okay, acho que é válido. To ranzinza mesmo.

Beijão ❤

Missão estágio

le blog de betty

É muito fácil notar que meu blog tá meio abandonado, o que acontece é compreensível e se chama: vida. Mas tem essa coisa especial e nova na minha vida: eu comecei a estagiar! Imaginem um coro de anjinhos cantando aleluia de fundo, hahaha.
Pois é.

Pra quem não sabe, eu trabalho desde os meus 16 anos e já trabalhei com várias coisas diferentes.

Sagitariana assídua, no ensino médio eu não sabia o que queria fazer da vida e até hoje me sinto uma incógnita, mas sei que amo escrever. Depois de algumas tentativas que fracassaram lindamente, lá fui eu atrás da faculdade de jornalismo.
Deu certo? Não sei ainda. Sou jovem, estagiária e juro pela minha alma que estou me esforçando.

É engraçado ver que todo mundo acha jornalismo algo muito fácil, por que não precisa de diploma e blá blá blá. Eu nem acho que isso vem ao caso, porém é tudo balela! Nem a vida de universitário é moleza, imagina no trabalho? Você acaba percebendo que tem que ter agilidade e muita delicadeza para tratar de qualquer assunto. É pela falta disso que os jornalistas são tão xingados por aí. Você nunca sabe o que pode ofender alguém, e as vezes pessoas se ofendem com qualquer coisa ou interpretam mal, mas isso é completamente normal. Tô apendendo que é importante não somente saber falar, mas também ser levado a sério.
Acho que eu não to na vida a passagem. Por mais que aconteçam centenas de coisas ruins, vez ou outra me aparece uma coisa maravilhosa.

Me resta agora esperar a volta da faculdade, que pra falar a verdade, sinto muita falta durante as férias.

Amigos, oremos pra que dê certo, ok? Ta legal, ta bacana, mas o importante é aprender.

Bora lá, beijão ❤