Livro: O Teorema Katherine – John Green

Oi pessoal, tudo bem? Mais uma resenha pra vocês, dessas vez a de O Teorema Katherine. Eu demorei um poucão pra fazer, desculpem.
Bom, eu não fiz resenha de A Culpa é das Estrelas aqui, principalmente por que o blog não existia na época, mas também por que foi um dos livros mais ~mais ou menos~ que já li, embora eu ache que ninguém no universo inteiro concorde. Deve ter algo de errado comigo, sei lá. Mas como eu disse quando resenhei Quem é você, Alasca? (♥), é impossível não gostar de como John Green escreve, então ele ganhou todo meu amor com a Alasca, e com Hassan em O Teorema Katherine. Mas vamos começar, por que já estou falando demais.
O-Teorema-KatherineO TEOREMA KATHERINE
Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato.
Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

No inicio eu pensei que ia ser bem entediante e difícil de ler, mas nossa, eu estava enganadíssima. Não poderia ter feito uma escolha melhor para quase curar a depressão pós-Alasca. Se a minha relação com John Green ficar melhor do que está, ou estraga ou eu caso com ele.
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Em três livros lidos, eu pude constatar algumas coisas.
1. John Green gosta de surpreender as pessoas, tanto de forma negativa quanto positiva.
2. Os personagens secundários são muito mais legais e carismáticos.
3. Ele é um cara engraçado e divertido.
4. Talvez eu realmente seja uma pessoa chata por não ter gostado de A Culpa é das Estrelas, mas só vou saber isso quando me devolverem o meu livro e eu ler novamente, e como essa frequência de devolução dos meus livros é quase nenhuma, provavelmente vai demorar.

Eu achei a capa linda, eu gosto desse tipo de capa simples ou com desenhos, me atrai.
As letras são grandes e tudo bem espaçado, então não tive problema pra ler, nenhuma dor de cabeça. O livro é dividido em partes, futuro e passado de Colin, narrado em 3ª pessoa.
Até que foi rápido de ler, mesmo quando eu estava enrolando. Acho que levou uns 3 dias, mas com dedicação é até mais rápido.
O Colin é um garoto super inteligente e obcecado pela ideia de se tornar um gênio, e isso é interessante por que o livro todo ele se esforça pra que isso aconteça, fazendo esse teorema baseado em todos os relacionamentos que ele já teve (com as 19 Katherines) pra tentar prever relacionamentos bem ou mal sucedidos, quem seria o terminante e o terminado. Acontece que pra ele, ele sempre era o terminado e isso também é interessante e engraçado. Porém, mais engraçado é o Hassan, não somente por ele ser o personagem mais divertido, mas também por que o jeitinho dele ser árabe combina muito com o meu jeitinho (♥). Então depois desse ultimo fora, eles vão fazer uma viagem e parar numa cidadezinha, onde conhecem a Lindsey, que é uma enfermeira em treinamento, que abriga eles dois durante as férias de verão, e arruma um emprego pra eles. E a história se desenvolve por aí.
Eu adorei esse livro por motivos de: ele te surpreende de maneira positiva, acontece o que tem que acontecer, sabe?

Cabô a resenha pessoal! Espero que tenham gostado, quem já leu O teorema Katherine pode comentar dizendo o que achou. E quem não leu pode me dizer o que achou da resenha e se incentivou a ler, huehue!

Até mais, lindos e lindas!

Percy Jackson e o Mar de Monstros

Eai pessoal, to de volta pra alegria de todos hahahah. Eu poderia postar sobre qualquer coisa, porém, como um fã completamente louco de Percy Jackson aqui estou eu pra falar um pouquinho dos livros e do segundo filme da saga que será lançado logo logo.
Pra quem ainda não leu, por favor, vocês não sabem o que estão perdendo, a sequência respectivamente:”O ladrão de raios”, “O mar de monstros”, “A maldição do titã”, “A batalha do labirinto”, e finalmente “O último olimpiano”, é uma das melhores sagas que eu já li, sem dúvidas.pj

Agora falando do filme, O mar de monstros que será lançado no dia 16 de agosto, eu espero de verdade que seja melhor que o primeiro, não que tenha sido um completo desastre, mas o filme ficou devendo e muito comparado com o livro, porém ficamos ai na expectativa, olhem o trailer e tirem suas próprias conclusões.
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Estou muito ansioso pra ver novamente Percy (Logan Lerman) e Annabeth Chase (Alexandra Daddario) juntos, e vocês?nome rapha

Livro: Por isso a gente acabou/Why we broke up – Daniel Hendler

Oi gente, tudo bem?
A um tempão atrás eu disse que ia fazer resenha do livro Why we broke up, naquela wishlist literária, lembram? Então, chegou a hora! Eu comprei ele em inglês quando viajei, mas ignorem o fato das fotos estarem em inglês, ok?
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POR ISSO A GENTE ACABOU

Min Green e Ed Slaterton estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento. Essa carta é o texto de Por isso a gente acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico – características da personagem – e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação. 
Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas desse romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou. A artista Maira Kalman, autora de diversas capas da revista The New Yorker, ilustrou cada um dos objetos da narrativa, trazendo cor e descontração a esta história dolorida. 

DSC_0405Primeiramente eu gostaria de dizer que é difícil não se identificar com histórias assim, mesmo que o término de namoro da Min tenha sido bem trágico, e pra nós as histórias foram bem mais simples, mas é legal poder enxergar algo de nós em personagens de livros que amamos.
Agora vamos lá: Odiei o Ed desde o principio, quando comecei a conhecer mais dele, odiei mais ainda. Mas essa é a minha opinião, pode ser que vocês achem que “Mas poxa, ele gostava da Min…” NÃÃÃÃÃÃOOOOO!!!!! “Ok, talvez nem tanto…” NÃÃÃO GEEEENTEEE, ele é cretino, fim de papo.
Continuando, apesar de ter amado o livro, nenhum personagem me cativou de verdade, todos me pareceram muito frios, sabem? Não sei se vou conseguir fazer com que entendam, mas acho que como o foco da história era Min e Ed, não teve muito espaço para caracterizar os outros personagens, até por que quem conta é a própria Min.
A coisa que mais amei nesse livro foi a caixa, simbolicamente falando, não poderia haver um jeito mais incrível de estapear a cara do ex, simplesmente jogando na cara dele tudo que ele fez de bom, e que se tornou uma lembrança ruim.  DSC_0414Acho que levei uns dois ou três dias pra ler, não me lembro bem, mas dá pra ler em um dia, juro. Por causa das ilustrações (feitas pela Maira Kalman) a leitura fica bem mais fácil, coisa de criança mesmo.
Esse livro é beeeem pesado, principalmente a minha versão, que é em cara dura, mas o brasileiro também é bastante pesado. As páginas são grossas e brancas, e as letras são grandes e tranquilas pra ler.
Não consigo parar de pensar em você.Gente, esse foi o primeiro livro que li em inglês e foi muito legal! o/ Agora vou indo, beijo pra vocês! 

Livro: Quem é você, Alasca? – John Green

Oi pessoal! Aqui estou eu, pra contar pra vocês o que eu achei de Quem é você, Alasca?, que é um titulo mais antiguinho John Green.

QUEM É VOCÊ, ALASCA?
O primeiro amigo, a primeira garota, as últimas palavras.

Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras — e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez. Quem é você, Alasca? narra de forma brilhante o impacto indelével que uma vida pode ter sobre outra. Este livro incrível marca a chegada de John Green como uma voz importante na ficção contemporânea.

DSC_0082A história é muito boa, surpreende, é incrivelmente incrível! É daqueles livros que me deu tristeza em terminar, pelo simples fato de parecer injusto acabar por ali, tinha que ter mais, apesar de ser muito muito muito gostoso de ler, o fim é insuficiente para mim, por que eu sou assim e por que não era pra ser daquele jeito.
Durante a história você se apaixona, eu me apaixonei pela Alasca e pelo Coronel, mesmo o enredo tendo como protagonista o Miles e ele ter passagens interessantes no livro, os personagens secundários foram mais marcantes, acredito que seja por que eles tinham mais histórias e personalidades bem mais fortes que a do Miles. Mas algo muito legal é ver o desenvolvimento da personalidade dele depois de ter entrado na Culver Creek e ter feito, digamos “os amigos certos”.
Honestamente amei o livro e pretendo ler novamente, é muito bom.
Vocês devem ter notado que a minha capa não é a mesma lá de cima, na sinopse, ela tem um tom de grafite, a fonte e as cores são diferentes, e dá a impressão que é bem mais escura. Não entendi por que é assim, mas tudo bem, o conteúdo é igualmente bom. Internamente falando, o tamanho da fonte é razoável e o espaçamento também. Levei dois dias pra ler, mas estava bastante ocupada, acho que conseguiria ler em um dia só facilmente.

É isso pessoal, até depois! 

Wishlist Literária

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje eu vim falar sobre uma das coisas que eu mais gosto do mundo, livros! Pois então, este é um daqueles posts atrasados que deveria estar aqui enquanto eu estava em Miami, porém não consegui agendar e atrasou toda minha vida. Eis que hoje vou contar os livros que eu mais quero pra vocês.

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Por Isso a Gente Acabou (Daniel Hendler): Min Green e Ed Slarteron estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitiva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento.

O Teorema Katherine (John Green): Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Quem é você, Alasca? (John Green): Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras — e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez. Quem é você, Alasca? narra de forma brilhante o impacto indelével que uma vida pode ter sobre outra. Este livro incrível marca a chegada de John Green como uma voz importante na ficção contemporânea.

Para Todos os Amores Errados (Clarissa Corrêa): O amor é o sentimento mais indefinível e intenso que pode ser vivido. Profundo ou superficial, complexo ou simples, verdadeiro ou passageiro, ele atinge e muda tudo sem precedentes. Porém, momentos de pura paixão também podem ser dramáticos e dolorosos, quando dois corações não conseguem se entender. Em Para todos os amores errados, lançamento da Editora Gutenberg, a redatora publicitária e blogueira Clarissa Corrêa escreve sobre as desilusões de um romance avassalador.

Amanha você vai entender (Rebecca Stead): A jovem Miranda Sinclair precisa desvendar um enigma na Nova York do final da década de 1970. Em Amanhã você vai entender, seu melhor amigo é agredido na rua, um estranho pode ter invadido a casa dela e uma série de bilhetes, que ela não compreende nem tampouco sabe quem escreve, alerta sobre a morte de alguém. Alguém que ela poderá ajudar a salvar. À medida que as mensagens chegam, Miranda percebe que quem as escreve sabe de detalhes de sua vida que ninguém deveria saber. E, conforme as peças do quebra-cabeça se encaixam, ela finalmente percebe que a resposta sempre esteve ali, bem em sua frente – mas o tempo é ardiloso: guarda hoje momentos que só amanhã você vai entender.

A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista (Jennifer E. Smith): Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

Eu Sou o Mensageiro (Markus Zusak): Ed Kennedy leva uma vida medíocre, sem arroubos. Trabalha, joga cartas com cúmplices do tédio, apaixona-se por uma amiga que dorme com todos os vizinhos do subúrbio e divide apartamento com um cão velho. O pai alcoólatra morreu há pouco; a mãe parece desprezá-lo. Certo dia, ele impede um assalto a banco e é celebrizado pela mídia. O ato heróico tem conseqüência. Logo depois, Ed recebe enigmáticas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de ases de ouros, paus, espadas, copas, cada qual contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa hesitação, rende-se ao desafio. Misteriosamente levado ao encontro de pessoas em dificuldades, devassa dramas íntimos que podem ser resolvidos por ele. Uma mulher é estuprada diariamente pelo marido, enquanto uma senhora de 82 anos afoga-se em solidão, à espera do companheiro, morto há mais de meio século. A ele parece caber o papel do eleito, do salvador. Convencido disso, segue instruções e se perde entre ficções de estranhos e sua própria, embaçada, realidade.

A Livraria 24 horas do Mr. Penumbra (Robin Sloan): A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso…

O Lado Bom da Vida (Matthew Quick): Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um “tempo separados”. Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança.

Durante a viagem eu visitei algumas livrarias, e eu vi muitos dos livros que eu quero, então, para incentivar o meu inglês eu comprei o livro Why We Broke Up, o exemplar em inglês de Por Isso a Gente Acabou. Comprei a versão com capa dura e as ilustrações são suuper fofas!  Quando eu terminar de ler conto mais sobre a história e o que eu achei dela.

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Quem quiser conhecer mais livros que eu to querendo é só visitar a minha pagina no skoob.

Beijo, pessoal!

Aline Barizi